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Construção da ETE Sete Lagoas, aprovado pela CAIXA em 2014, aguarda licença ambiental do Estado

Assinatura do contrato em Junho de 2014 para construção da ETE em Sete Lagoas, entre o prefeito Márcio Reinaldo e superintendente regional da Caixa Econômica Federal, José Geraldo Sales

 

O Projeto para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em Sete Lagoas, realizado pelo governo municipal anterior, já licitado conforme o Processo Licitatório Nº 1859/2015, concorrência pública Nº 002/2015 cujo objeto é a contratação da empresa de engenharia para a construção de Estação de Tratamento de Esgoto Sanitário, está aguardando somente a licença ambiental do Estado.

O projeto está sob análise da Superintendência Central de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SUPRAM), do governo de Minas Gerais, para concessão da Licença de Instalação (LI). Só então as obras poderão ser iniciadas. O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e Prefeitura de Sete Lagoas atenderam na época, em 2014, todas as exigências do órgão estadual, que agora detém a decisão.

A assinatura do contrato entre a CAIXA e a Prefeitura de Sete Lagoas na gestão de Márcio Reinaldo, aconteceu em solenidade em junho de 2014 com a presença de vereadores , autoridades e representantes da Caixa Econômica Federal.O repasse no valor de R$ 70 milhões não onerosos para a Prefeitura, estava inserido na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que prevê obras de construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto e interceptores. A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), Será construida em uma área de 111 mil metros quadrados localizada na comunidade de areias. A construção da ETE deverá começar com a liberação da licença ambiental dos órgão competentes do governo do Estado. Segundo o ex-presidente do SAAE, Marcos Joaquim Matoso, disse que, “atualmente é coletado cerca de 90% do esgoto do município, sem nenhum tratamento, e com a ETE poderá ser tratado 100% de todo o esgoto”. Concluiu ainda que “o Projeto aprovado pela CAIXA, é concebido de forma modular, podendo ser ampliado no mesmo projeto”, Disse Marcos Joaquim.

( Veja logo abaixo da matéria,o vídeo da solenidade de assinatura do projeto entre a prefeitura e a CAIXA)

Com a contrução da ETE, será possível tratar 100% de todo o esgoto do município de Sete Lagoas

 

O Superintendente regional da CAIXA, José Geraldo Sales, informou que o tratamento de esgoto vai além da construção da ETE, segundo ele, ” é importante interligar todos os pontos de esgotamento, construir estações de bombeamento, para que a cidade tenha toda uma infraestrutura favorável, para que se possa implantar 100% deste tratamento de esgoto”.

O ex-prefeito Márcio Reinaldo disse na época que,“Faltava projeto, vontade política e visão para resolver a questão do esgoto no município. Em encontros regionais, de prefeitos, Sete Lagoas era colocada como a grande vilã do processo de poluição da bacia do Velhas. Só este ano o projeto ficou pronto e os recursos viabilizados. E o mais importante: não será oneroso para a Prefeitura de Sete Lagoas, não haverá contrapartida. Esta é uma resposta à inércia em que o município estava”, afirmou.

A estação de Tratamento deverá beneficiar cerca de 230 mil pessoas no município

Grupo Ambiental vai monitorar a qualidade da água na região

O projeto “Observando Rios”, da Fundação SOS Mata Atlântica, composto por 6 integrantes é quem deverá realizar o monitoramento da qualidade da água do Córrego do Diogo em Sete Lagoas: a técnica em Meio Ambiente Ana Flávia Mendes; a estudante de Biologia, Ananda Portela; o analista de sistemas, Adriano Teixeira e a estudante de Matemática, Fernanda Silva e Júlio Teixeira,  formado em Administração.
 O grupo monitora dois pontos do Córrego do Diogo, um, na ponte da rotatória da av. Dr. Renato Azeredo e Norte/Sul, onde o Córrego do Diogo encontra-se com o Córrego do Matadouro) e outro na área rural, no município de Jequitibá sobre o Rio das Velhas. O projeto é patrocinados pela empresa Ypé, fabricante de produtos de limpeza que tem vários projetos ambientais em parceria com a “SOS Mata Atlântica”.De acordo com o voluntário, na primeira análise feita no dia 17 de dezembro do ano passado o resultado foi regular, já que estava em período chuvoso, e isso favorece o resultado, já que o aspecto da água é melhor.

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