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Governo de Minas informou que a situação está tranquila e monitorada em suas unidades prisionais

Diante da crise carcerária nacional que deixou mais de 90 mortos na região Norte do país, o governo de Minas não tem nenhum plano de contingência a ser adotado em suas unidades prisionais e declarou que não há como resolver o problema da superlotação na próxima década – há um déficit de mais de 30 mil vagas.

“A superlotação existiu ontem, existiu 20, 30 anos atrás, e vai existir nos próximos dez anos. É um problema crônico, como uma hipertensão, um diabetes. Hoje não tem como resolver, mas tem como remediar”, disse nessa sexta-feira (6) o secretário de Administração Prisional, Francisco Kupidlowski, após duas horas de reunião com o governador Fernando Pimentel (PT).

Kupidlowski afirmou que a situação no Estado é tranquila por ser monitorada. “Essas medidas (de monitoramento) já estavam sendo tomadas muito antes, desde que assumi a secretaria, há quatro meses. Todo fim de semana tem um pequeno problema, por isso tomamos providências em caráter constante”, afirmou.

O secretário pretende dobrar o número de entidades que oferecem trabalho e estudo para os detentos, passando das atuais 300 para 600. “É necessário tirar o cidadão privado de liberdade da ociosidade, por isso determinei o aumento de parceiros em atividades de artesanato, de confecção de uniformes e também de escolas, para melhorar as condições do interno e criar condições para ressocialização”.

O secretário garantiu que não há risco iminente de episódios semelhantes aos massacres do Amazonas e de Roraima. “O sistema prisional em Minas Gerais está tranquilo, sendo monitorado, com remoções estratégicas de alguns internos, com serviço de inteligência. Não temos integrantes das facções do Norte do país em Minas, já internos do PCC e do Comando Vermelho existem em todo o sistema prisional do Brasil”, disse.

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