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Sete Lagoas é a 73ª entre 150 melhores cidades para se viver após os 60 anos

Mais de 20 milhões de brasileiros já chegaram à terceira idade, de acordo com o IBGE. É quase o dobro de toda a população de Portugal. E cada vez mais a preocupação é garantir qualidade de vida. Uma pesquisa feita em quase 500 municípios mostra quais são as melhores cidades do país para viver depois dos 60 anos.

Divinópolis está em 47ª no ranking, enquanto Sete Lagoas está bem abaixo em 73ª lugar entre as melhores cidades para se viver depois dos 60 anos.

 

Santos aparece em primeiro lugar no ranking que aponta as melhores cidades brasileiras para quem tem mais de 60 anos. Santos, litoral de São Paulo, é conhecida por sua população de idosos. Atraídos pela praia e boa qualidade de vida, muitos aposentados foram para lá. Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, depois de Santos vem: Florianópolis, Porto Alegre, Niterói, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Jundiaí, Americana, Vitória e Campinas.

O município de Sete Lagoas aparece em 73ª lugar no ranking, ficando bem atrás da cidade de Divinópolis que tem praticamente o mesmo número de habitantes, 230 mil, ficando no ranking em 47ª lugar.

A falta de estímulo e a ausência de programas de convívios pelo setor público do município para os idosos, é uma das causas que coloca a cidade tão abaixo do esperado no ranking entre as 150 cidades destacadas na pesquisa. Poderiam ser melhor destinados recursos para beneficiar os idosos, por meio de projetos que valorizassem o convívio social trazendo o bem estar e a auto-estima, oferecendo uma vida mais saudável para quem já contribuiu e ainda contribui para o desenvolvimento do município.

O município de Divinópolis tem 229 mil habitantes, está em 47ª lugar no ranking das melhores cidades para os idosos viverem

 

É importante notar que para fazer o ranking os pesquisadores levaram em conta não só as ações especificas para idosos. Pesou também a condição geral da cidade, em termos econômicos, sociais, culturais, a rede hospitalar, a educação. A ideia é que quanto melhor for a vida das crianças, dos jovens, do adulto jovem, melhor será o bem-estar dos idosos. Tratar bem de todos para que todos sejam beneficiados.

Os pesquisadores usaram mais de 60 indicadores. Da violência urbana ao número de pessoas que se casaram já maduras.

A intenção da pesquisa é mostrar o que dá pra fazer para os idosos viverem bem.

“A ideia central é que o munícipe tenha condições de uma forma objetiva cobrar o seu vereador, cobrar o seu prefeito, pra melhorar especificamente alguns indicadores que estão mal na sua cidade”, diz Nilton Molina, presidente do Inst. Longevidade.

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