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Vereadores de BH entregaram relatório da CPI da mineração pedindo a suspensão definitiva das atividades minerárias na Serra do Curral

Foi apresentado pelos vereadores de BH na manhã de desta terça-feira e aprovado por unanimidade pelo plenário da Câmara, a suspensão de todas as atividades mineradoras da Região Metropolitana de Belo Horizonte até que seja levantada a situação das bacias hidrográficas, dos processos de descomissionamentos de barragens e da extração mineral.

Estas são algumas entre as 20 recomendações listadas no relatório final da CPI que investigou irregularidades da mineração na Serra do Curral.

Para formular o documento de 240 páginas e resultante de quatro meses de investigações, os integrantes da comissão ouviram 33 depoimentos e fizeram três visitas externas. O documento sugere a criação de um mosaico de proteção ambiental que envolva os parques da Baleia, Mangabeiras, Mina Corumim e Mata da Copasa, de forma a proteger os mananciais. Propõe ainda uma nova formulação ambiental para a região. O relatório será encaminhado às autoridades municipais, estaduais e federais do Executivo e Legislativo.

Segundo a CPI, entre os impactos causados ao meio ambiente, “destacam-se a supressão de vegetação e a exposição do solo aos processos erosivos, o que provoca alterações na quantidade e qualidade dos recursos hídricos”.

Vereadora Bella Gonçalves (Psol) integrante da CPI da Mineração.

 

A vereadora Bella Gonçalves (PSOL) e os outros vereadores integrantes da Comissão Provisória de Inquérito da Câmara Municipal de Belo Horizonte, entregaram ontem o relatório da CPI da Mineração, onde pediram a suspensão definitiva das atividades minerárias na Serra do Curral e o bloqueio de bens da Empabra – Empresa de Mineração Pau Branco, até que seja concluída toda a recuperação da área degradada causada pela mineradora.

A Serra do Curral, é símbolo de Belo Horizonte e uma das áreas verdes mais importantes da cidade. As atividades da mineração começaram em meados dos anos 60 e foi interrompida nos anos 90, e quase duas décadas depois em 2008 foi retomada com a finalidade de facilitar a recuperação ambiental da área.

“Se passaram não um, nem dois, mas 10 anos, e não vemos nenhuma ação consistente de recuperação do bioma ou da área degradada. Hoje, o que encontramos ali são 70 metros de cava onde deveriam estar sendo realizadas apenas atividades de recuperação ambiental”, disse a vereadora Bella Gonçalves.

 

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Um comentário

  1. Para Trás: eatverts

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